Enquanto se prega que o êxito de um empreendimento (projeto) se dá em função de pensar (custo) e agir no tempo certo (prazo) para conseguir o que se quer (escopo).
Pouco se fala dos benefícios de nossa postura de fazer (iniciar) sem pensar (planejar).
As justificativas para esse modo de agir são diversas (no final dá certo, o "importante" é começar, vamos levando, estamos atrasados, não temos tempo para isso, dentre outras).
O ponto crucial é: as justificativas estão corretas, e cada qual a sua maneira trazem de fato, ou ao menos um vislumbre, ou experiência em relação ao empreendimento desejado.
A falta de método (criatividade), não deixa de ser um método (instinto). E não nos deixemos enganar, sobre a igual importância do método definido (razão).
O fato é que, seja qual for o empreendimento, está inserido num contexto social e portanto, sujeito a interações humanas.
Quando se trata de interações humanas, a emoção é o ponto de equilíbrio entre a razão e o instinto.
É inerente ao ser humano, buscar o máximo de prazer com o mínimo de dor (crenças e valores).
Mesmo sendo educados emocionalmente, geralmente de forma não empírica, somos desafiados a todo instante a assumir o papel de terapeuta de nós mesmos, e por consequência, daqueles que nos cercam.
Assim como o instinto, nossa persona criança nos acompanha mesmo quando nos julgamos adultos (dicotomia maturidade e infantilidade). Nessa persona os sentimentos de ansiedade, excitação, imediatismo e hiperexpectativa; são velhos conhecidos.
Assim como no equilíbrio entre a razão e a emoção, é preciso que as personas adulto e criança não se tolham, mas que tenham a grandeza de se harmonizar e complementar.
O despontar da ética e dos direitos humanos são indicativos de evolução nesse sentido.
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